Para ninguém esquecer do dia em que as propagandas todas ficaram ridículas nas prateleiras. Os outdoors soavam patéticos e os slogans da publicidade completamente alienados.
Que a memória não falhe pra lembrar dos carros caros, iguais aos decrépitos: frágeis e impotentes perante a lama.
Que seja eterna a lembrança do dia em que nos olhamos e percebemos que estávamos vivos, e isso era tudo o que importava.
quinta-feira, 27 de novembro de 2008
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